Kilpisjärvi hoje: o tempo, trilhas do Saana e de Malla ou esqui cross-country conforme a estação, o marco das Três Fronteiras, onde comer e chance de aurora.
Trilha do Saana: A trilha até o topo do Saana sai do estacionamento de Malla e Saana, 7 km ao norte do centro do vilarejo, e tem cerca de 8,6 km ida e volta. A kota do Saana, uma cabana com fogueira, fica a 1,1 km da partida. De lá são 800 m até um banco de pedra, e a escadaria, refeita em pedra, tem mais de 150 degraus. No topo, a 1029 m de altitude, há uma caixa de correio e um livro de cume. A trilha só pode ser percorrida quando não há neve.
Trilha ecológica do Saana: Um circuito de cerca de 6 km no total que sai da kota do Saana, na trilha do Saana. Painéis pelo caminho contam sobre a natureza do monte, sua história cultural e os vestígios da Segunda Guerra Mundial. Não há pontes sobre o riacho Skirhasjohka nem sobre os outros riachos, então, com a água alta, talvez você precise atravessá-los a vau. Você também passa por áreas de pesquisa cercadas. A trilha só pode ser percorrida quando não há neve.
Trilha de Malla: A trilha vai do estacionamento de Malla e Saana, atravessa a reserva natural integral de Malla e chega ao marco das Três Fronteiras: cerca de 22 km ida e volta. Se você fizer um dos trechos de barco entre a margem do vilarejo e Koltalahti, no lado sueco, o passeio todo fica em cerca de 16 km. No caminho dá para ver a Kitsiputous, uma cachoeira de 118 m de altura no total. Na reserva, de 16 de maio a 31 de outubro, só é permitido andar a pé e só pela trilha sinalizada. Na cheia, atravessar os rios pode ser impossível. Na Suécia e na Noruega é uma hora a menos que na Finlândia, então, ao planejar o barco de volta, confira se o horário que você está usando é o da Finlândia ou o da Suécia.
Lago Saanajärvi (Do vilarejo, entre Urpiaisentie e Pulmusentie): Uma trilha de cerca de 7 km ida e volta leva do vilarejo ao lago Saanajärvi. À beira do lago há duas kotas, cabanas com fogueira onde dá para fazer uma pausa, mas não pernoitar. O riacho que escoa o lago se atravessa a vau. Na reserva do Saana, de 15 de maio a 1º de setembro, é preciso ficar na trilha sinalizada. Uma trilha mais longa, de cerca de 13 km ida e volta, chega ao lago a partir do estacionamento de Malla e Saana.
Pistas de esqui cross-country de Kilpisjärvi: No fim do inverno, em março e abril, Kilpisjärvi tem uma rede de pistas de esqui cross-country de cerca de 50 km no total, marcada com estacas azuis. Dá para entrar nas pistas pelo vilarejo, pelo Salmivaara e pela área de descanso da rodovia 21, perto da margem do lago. No vilarejo há também uma pista iluminada de 1,2 km. Uma associação local, a Kilpisjärven Ladut, cuida das pistas e vende um adesivo das pistas para financiar o trabalho. No auge do inverno não há pistas preparadas, então confira as condições das pistas antes de sair.
Monte Saana: O Saana se ergue a 1029 m de altitude acima do lago Kilpisjärvi e do vilarejo. No monte fica a reserva do Saana, criada em 1988, com 1,65 km²: de 15 de maio a 1º de setembro, só é permitido andar pelas trilhas sinalizadas. A trilha do Saana até o topo e a trilha ecológica do Saana, com painéis sobre os vestígios da Segunda Guerra Mundial, saem do estacionamento de Malla e Saana, na rodovia 21. Kilpisjärvi fica dentro da região sámi definida pela lei finlandesa.
Marco das Três Fronteiras: O marco onde Finlândia, Suécia e Noruega se encontram fica no lago Golddajávri, no canto oeste da reserva natural integral de Malla. A Rússia e a Noruega o ergueram em 1897, e a Suécia o aceitou em 1901. É o ponto mais ao norte da Suécia e o mais a oeste da Finlândia continental. No verão, do degelo até setembro, um barco faz, conforme o número de passageiros, o trajeto da margem do centro de caminhadas de Kilpisjärvi até Koltalahti, no lado sueco. De lá são cerca de 3 km a pé em cada sentido. Antes de sair, confira as regras de fronteira e alfândega, principalmente se estiver com um cachorro.
Lago Kilpisjärvi: O Ylinen Kilpisjärvi e o Ala-Kilpisjärvi se estendem juntos por quase 26 km, e o ponto mais profundo, 57 m, fica no lago de baixo. A fronteira entre a Finlândia e a Suécia passa pelo meio do lago. Ele costuma congelar em novembro e já está livre de gelo no solstício de verão. No lago vivem sete espécies de peixes, entre elas o salvelino-ártico, a truta-marrom e o tímalo. Dá para remar de caiaque ou de barco perto da margem, mas é proibido desembarcar na reserva natural integral de Malla.
Reserva natural integral de Malla: Os montes de Malla são protegidos desde 1916, e a reserva natural integral, de 31 km², foi criada em 1938. De 16 de maio a 31 de outubro só é permitido andar a pé e só pela trilha sinalizada; fogueiras e pesca são proibidas, e os cães devem ficar na coleira. Uma trilha sobe o Pikku-Malla, de 738 m de altura: cerca de 7 km ida e volta. O monte se eleva 265 m acima do lago, e o permafrost ali chega a pelo menos 45 m de profundidade.
Halti: O ponto mais alto da Finlândia, a 1324 m de altitude, fica no Halti. A trilha do Halti a partir de Kilpisjärvi tem 104 km ida e volta, e a temporada de caminhada vai do fim de junho a setembro. No caminho há seis refúgios livres e cinco refúgios com reserva. Parte do percurso passa pela Noruega, então confira as regras de fronteira antes de sair.
Ravintola Kilpis: Restaurante no centro da vila em Kilpishalli.
Ravintola Saana: Restaurante de montanha ao pé de Saana: hambúrgueres, pizza, carne de rena.
Restaurant Tundrea: Restaurante de resort em cabana de madeira servindo carne de rena e truta ártica.
Lapland Hotels Kilpis: Restaurante de hotel à beira do lago e bar do lobby com vista para Saana.
Restaurant Rakka (Santa's Hotel Rakka): Restaurante de hotel panorâmico com vistas para Saana.
Cahkal Hotel: Restaurante e bar de hotel boutique usando ingredientes árticos.
Retkeilykeskus kahvila: Café no albergue servindo café e bolos diariamente.
Ravintola Lapintyttö (Majatalo Haltinmaa): Restaurante de pousada conhecido pelo buffet farto, com especialidades locais e os favoritos de sempre no cardápio.
Halti Pub (Majatalo Haltinmaa): Pub aconchegante da vila com lareira, onde o dia termina com um drinque entre moradores e outros viajantes.